"PARA QUE TUDO NÃO SE DESMANCHE NO AR"

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PORTO BELO/MOMENTOS ESPECIAIS


PORTO BELO - 1940 

.  Foto feita no Araújo, no caminho para o Araçá. O homem é Frederik Scheffler.



 




terça-feira, 29 de novembro de 2011

Qual presente marcou o seu Natal ?

"Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz."
(auto desconhecido)

   Quantas recordações,momentos mágicos,alegria no ar.Ainda posso sentir o cheiro das lindas bonecas que Papai Noel me trazia.Quando criança ele sempre vinha em minha casa na noite de Natal,ou deixava meu presente escondidinho.A magia do Natal sempre esteve e continua presente em minha vida e de minha família. Lembro de muitos presentes,porém o mais vivo em minha memória,foi quando ganhei minha primeira BICICLETA MONARK, roxa,Papai Noel tinha o mesmo gosto de minha mãe,ela adora a cor roxa.Naquela noite ele me enganou,chegou de carro,o esperava no portão feliz,só que ele desceu do carro sem a bicicleta.Saí correndo para o quarto chorando,ele tinha esquecido da bicicleta.Foi então que minha mãe me falou baixinho:
       _ Não chora,olha na sala,ele trouxe antes e deixou escondida lá.
   Fui correndo para a sala e lá estava o Papai Noel ao lado da MINHA BICICLETA MONARK.Jamais esquecerei aquele momento.Meu irmão me ensinou a andar,ia correndo ao meu lado segurando a bicicleta pelo banco,naquele tempo não tinha as rodinhas de segurança .A primeira vez que soltou a bicicleta, sai pedalando e meu freio foi a cerca de madeira do seu Suli.Bons momentos.

Qual o presente de Natal de sua vida?Deixe um comentário contando sua história de Natal.


Primeira comunhão no Araçá

Monsenhor Augusto Zucco
Catequista Antônio Manoel dos Santos
"Respeitar as opções do outro "em qualquer aspecto" é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são  diferentes, agem diferente e pensam diferente. Nunca julgue. Apenas compreenda". 
A cada tropeço, um recomeço;
A cada falha, uma tentativa;
A cada derrota, uma luta;
A cada barreira, uma experiência;
A cada desafio, uma aprendizagem;
A cada momento difícil, uma superação;
A cada sonho, uma esperança;
A cada objetivo, uma busca;
A cada busca, uma descoberta;
E a cada descoberta, uma nova razão para viver!
(Autor desconhecido)

Desenho de 1950.


Uma jóia! Verdadeira relíquia!!!!  


domingo, 20 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

DECORAÇÃO DE NATAL /GARRAFA PET

Trabalho realizado com os alunos do supletivo em 2007






segunda-feira, 14 de novembro de 2011

PORTO BELO / FATOS E LENDAS

FANTASMA DO PADRE
" Para que tudo não se desmanche no ar"

   Muitos já ouviram falar do padre que assombrava a ilha.Certas noites quando os pescadores queriam fazer um cerco na praia da ilha,eram assombrados por um padre que caminhava na praia segurando um candeeiro.
   Certa noite um grupo de pescadores resolveu colocar a rede na ilha,porém enquanto a rede era largada,um deveria ficar segurando a ponta do cabo na praia da ilha.Depois de muito discutir quem ficaria sozinho na ilha até os outros voltarem,seu Hélio resolveu fica.Sozinho de cócoras em cima de uma pedra,acendeu seu palheiro e ficou a pensar na assombração.Quando se deu conta,viu o vulto do padre já bem próximo,segurando uma lamparina.Assustado,com as bagas dos olhos saltando,correu mato a dentro gritando de medo.
   Muito tempo depois os amigos voltaram e assustados começaram a procurar pelo Hélio.Escutaram uns gemidos e o encontraram grudado em um espinheiro ,todo arranhado pelos espinhos dizendo:
- Ai o padre me pegou.Ele me pegou.
   Todos voltaram assustados para casa,contando que foram assombrados pelo fantasma do padre na ilha.
   Essa história durou por mais de 70 anos.
 
O verdadeiro fantasma foi descoberto,mas isso é uma outra história.....

domingo, 13 de novembro de 2011

GENTE NOSSA - PORTO BELO

MANOEL GOMES O   MANÉ VERDURA
"Para que tudo não se desmanche no ar"

   Pescador alegre e dedicado,nos contou muitas histórias.

" Havia um pescador que gostava muito de pescar garoupa no costão da ilha.Um dia após ter pescado algumas bem pequenas,sentiu que tinha ferrado uma bem grande,puxou a linha,fez força,mas nada da danada ferrar de verdade.Quando percebeu já estava com a linha solta e perdido a garoupa.No outro dia,voltou ao mesmo lugar para tentar pescar a danada da garoupa.Ficou por muito tempo e nada.Quando olhou para um coqueiro do seu lado,viu a enorme garoupa trepada nele."

   " Quando eu era mais moço,trabalhava de cozinheiro num barco.Numa noite fria, fui pegar água com o balde e cai no mar,estava muito escuro.Depois de algumas horas a tripulação sentiu minha falta e voltou com o barco no mesmo rumo.Me encontraram com muito frio,porém eu não senti medo algum."

PORTO BELO / FATOS E LENDAS

PEDRA DESCANSA DEFUNTO
"Para que tudo não se desmanche no ar"

   Antigamente os mortos de Bombas eram trazidos num cortejo que vinha lentamente caminhando até o cemitério no centro de Porto Belo.A longa caminhada,passava pelo morro de Bombas,sendo necessário uma parada durante o caminho..Quando o cortejo chegava ao topo do morro entre Bombas e Porto Belo,todos paravam para descansar.O defunto era colocado em cima de uma grande pedra que ali existe.Todos descansavam (até o defunto).O local é até hoje conhecido como a "Pedra  Descansa Defunto".
 

   Você tem coragem de dar uma descansadinha lá?

PORTO BELO / FATOS E LENDAS

FORCA  NO BAIXIO

"Para que tudo não se desmanche no ar"

    Nos tempos de ditadura,quem era contra o governo era morto.Os condenados eram trazidos de Florianópolis pelos soldados para serem enforcados aqui na praia do baixio.No dia,todas as casas ficavam fechadas ,ninguém saia,em silêncio ouviam amedrontados o toque dos tambores que acompanhavam os condenados.Os condenados vinham marchando  e aqui na praia eram enforcados.

domingo, 6 de novembro de 2011

GENTE NOSSA - PORTO BELO

BRÁULIO PEREIRA



   Natural de Rio Pequeno,Camboriú,nascido em 26 de março de 1926,chegou em Porto Belo no ano de 1961.Veio por indicação de um conhecido.Chegou de ônibus,cansado,adormeceu durante a viagem e quando acordou ficou admirado com tanta beleza.O ônibus beirava o mar,avistou a ilha,gostou tanto do lugar que logo fixou residência aqui.Em seguida abriu a 1.ª farmácia de Porto Belo,a "Farmácia Galeno",a qual recebeu este nome em homenagem ao "Pai da Farmácia" o grego Galeno.
  
 " Quando cheguei aqui era tudo no lampião.Já atendi milhares e milhares de pessoas"

  Autodidata,estudava muito e assim conseguia com a ajuda de Deus,aliviar o sofrimento de todos os que vinham a sua procura.

"Teve casos que salvei através de Deus"

 Atendia desde pequenos curativos até partos.

" Foram muitos os fatos que me marcaram,porém o principal foi ver a alegria das mães na hora do nascimento de seus filhos"
   Os anos passaram-se,porém o povo ainda guarda na lembrança o bom atendimento da Farmácia Galeno e muitas vezes,ainda ouve-se carinhosamente as pessoas dizerem: Vou até a farmácia do seu Bráulio.

" Fui um forasteiro que foi muito bem recebido.Procurei dar o máximo de mim mesmo por este povo"

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

NEVE EM URUBICI 2011 - SC

PAULO E LENA







NEVE EM URUBICI / 2010 - SC





sábado, 29 de outubro de 2011

GENTE NOSSA - PORTO BELO

1966 -Eleito Antônio Stadler Filho (Deguinho) para Prefeito de Porto Belo

GENTE NOSSA - PORTO BELO

Ex-Prefeitos

   1928-1930 Dimas Prazeres de Campos, subprefeito nomeado Dimas Campos Sobrinho.
   em 03/01/1931 Cândido Samagaia assumiu o cargo de prefeito provisório.
Até 1973 não havia o cargo de vice-prefeito, quando necessário, esta função era exercida pelo presidente da câmara, como foi o caso de Milton Serpa, que substituiu o prefeito Ênio Guerreiro por ocasião de uma ausência temporária em 1973.
   1931-1933 Candido Samagaia
   1933-1938 Manoel Felippe da Silva
   1938-1941 Antônio Francisco Peixoto
   1941-1945 Heronides Conceição
   1945-1946 Manoel Felipe da Silva
   1946-1947 Leopoldo José Guerreiro
   1947-1951 Antonio Francisco Peixoto
   1951-1956 Leopoldo José Guerreiro
   1956-1961 Joaquim Matias
   1961-1966 Leopoldo José Guerreiro
   1966-1970 Antônio Stadler Filho
   1970-1973 Enio José Guerreiro (Milton José Serpa)
   1973-1977 Manoel Felippe da Silva Neto / Valmor Guilherme Furtado
   1977-1983 Mário José Serpa / João Mercedes da Silva
   1983-1988 Manuel Felippe da Silva Neto / Atanagildo Pedro Martins
   1988-1992 Maurino José Serpa / Ivan Bertemes Matias
   1993-1996 Sérgio Luiz Biehler / Mauro João Jaques
   1997-2000 Mauro João Jaques / Mario Jo´se Serpa
   2001-2004 Sérgio Luiz Biehler / Osvaldo Claudino Ramos Filho
   2005-2008 Albert Stadler Filho / Giovani Paolo Voltolini
Fonte:Kohl, Dieter Hans Bruno
   Porto Belo: sua história, sua gente / Dieter Hans Bruno Kohl. ISBN 85-86502-24-3

Galeria de Fotos

          

FAMÍLIA - PORTO BELO

"Para que tudo não se desmanche no ar"

Tia Nina,Tia Santa,Tio Mário,Vó Lóca,Meu Pai
Saudades!
(da esquerda para a direita)

Vó Lóca,Tio Mário e Tia Branca
Saudades!

FAMÍLIA - PORTO BELO

"Para que tudo não se desmanche no ar"

Tia Edi em vários momentos

FAMÍLIA - PORTO BELO

"Para que tudo não se desmanche no ar"

Tia Edi e Tio Mário
e seu bisneto Vitor

FAMÍLIA - PORTO BELO

"Para que tudo não se desmanche no ar"

Maria Helena,Solange,Eliana e Manoel Felipe (Piti)
Primos - 14/04/1961

PORTO BELO/MOMENTOS ESPECIAIS

MONSENHOR AUGUSTO ZUCCO

Um padre feliz

Monsenhor Augusto Zucco
Monsenhor Augusto Zucco
Filho de Angelo Henrique Zucco e HenriquetaThereza Zen, Augustonasceu em Brusque em 5 de março de 1915, de numerosa família católica. Após os estudos nos Seminários Menor de Azambuja e Maior de São Leopoldo (RS), foi ordenado presbítero em Florianópolis, em 31 de dezembro de 1939.
Seu nome se identifica com a paróquia São Sebastião de Tijucas, onde foi pároco de 16 de janeiro de 1942 até sua morte, em 1987: 45 anos de trabalho fecundo e feliz. No primeiro ano de padre foi professor no Seminário de Azambuja (1940) e no segundo, vigário paroquial de São José em Criciúma e São Marcos em Nova Veneza (1941).
Durante um bom número de anos a Igreja no Vale do Tijucas foi presidida por dois “generais”, zelosos e vigilantes, que emanavam autoridade moral e disciplina: Mons. José Locks em São João Batista e Mons. Augusto Zucco em Tijucas. Formaram uma Igreja paroquial, disciplinada, comunitária e fiel.
Alto, gordo, olhos miúdos em tez franzida, à primeira vista parecia “perigoso”, mas logo se sentia a presença de um coração sacerdotal, atencioso no ouvir, generoso no atender os pobres, incansável no trabalho. Gloriava-se de nunca tirar férias e se admirava do padre que tinha tempo essas coisas, um modo de dizer que trabalhava sempre, o que era verdade. Com enorme apetite para o trabalho, era impaciente para formar lideranças: dizia que fazia tudo sozinho porque era mais fácil e “ninguém” queria aprender… E assim tomava as decisões, como a escolha do local para a nova igreja matriz e de outras igrejas cuja construção liderou. Bom administrador, criou estruturas materiais permanentes de manutenção paroquial.
Por um bom tempo,Monsenhor (como era chamado depois que recebeu o título em 1964) teve o apelido de “domador de padres”: ir para Tijucas era quase um caminho normal para o padre novo, que lá permanecia um ou dois anos. É que Monsenhor controlava o trabalho dele, entrada e saída, chegando a deixar o padre na rua se chegasse muito tarde, disciplinava, enfim. Ao retornar de uma capela, vinha a pergunta: “quantos estavam na igreja?” À resposta “uns cem”, Monsenhor logo diria “comigo são sempre quase duzentos!”. Não era saudosista, aceitava com alegria a Igreja renovada pelo Concílio.
Padre Zucco era um pároco feliz: a cada ano tudo fazia como se fosse a primeira vez na vida. Nada lhe era rotineiro: ensaiava cada primeira Comunhão, tirava e vendia as fotografias, se alegrava como se fosse a primeira vez, e eram tantas após décadas. Exaltava a qualidade de suas obras: os sinos de aço que adquirira eram muito superiores aos “ultrapassados” de bronze”, o teclado eletrônico era melhor que o órgão de tubos, a que “ninguém” mais dá valor. Era uma criança feliz naquele corpão imenso de padre zeloso: suas missas eram as mais participadas, suas crianças as melhor preparadas, suas festas, tudo enfim, para alegria de Monsenhor. Esse espírito jovem o levou a enfrentar exames e aulas para obter a licenciatura em filosofia pela Faculdade de Ijuí, RS, em 1969-1970: “não serve pra nada, mas mal também não faz e os tempos mudaram”. E assim, encarava os padres novos em pé de igualdade.
Era amigo dos padres e promotor vocacional. Sempre presente nos Retiros, cursos, assembléias, encontros. Dizia que não aprendia muito, mas “a gente tem que participar”. Foi tão marcante esse aspecto de seu caráter sacerdotal que o presbitério escolheu seu nome para denominar a associação dos padres da arquidiocese: Associação Padre Augusto Zucco – APAZ. Enquanto viveu, as reuniões gerais do clero eram em sua paróquia: ele fazia questão disso. Enviou muitos jovens para o Seminário, neles depositava extrema confiança e, depois, os via retornando, um a um. Com exceção do sobrinho que morava em Oliveira, o Pe. Sérgio Giacomelli, ordenado em 1975.
Como Monsenhor Augusto Zucco achava que sua saúde era a melhor do mundo, que não necessitava de descanso, seu coração parou em 25 de maio de 1987. Tijucas perdia um pai, a Igreja um grande pastor de almas, mas dele ficou a mensagem do zelo pela Casa de Deus, da alegria de servir.
(Pe. José A. Besen)


"Para que tudo não se desmanche no ar"
Impossível esquecer tanta dedicação
               1960


PORTO BELO/MOMENTOS ESPECIAIS

"Para que tudo não se desmanche no ar"
Praia do centro - 1960
Pedra com a Marco da Marinha
Você reconheceu alguém?....Moradores da Vila Mateus : Passo, Góca...tente lembrar...
As meninas estavam voltando  da Festa de Passos


PORTO BELO/MOMENTOS ESPECIAIS


"Para que tudo não se desmanche no ar"
1965/1668
Veja se reconhece as meninas,são todas de Porto Belo.
Dançando no Tijucas Club,com os pais por perto certamente.....

PORTO BELO/MOMENTOS ESPECIAIS

"Para que tudo não se desmanche no ar"

Rede na praia do centro - 1957
Menina - 1950
Casamento - 1972

domingo, 23 de outubro de 2011


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PLANO DE CARREIRA / EDUCAÇÃO

O educador que está sempre em busca de uma formação contínua,bem como a evolução de suas competências,tende a ampliar o seu campo de trabalho.


 PARABÉNS AOS VEREADORES QUE VOTARAM A FAVOR DA EDUCAÇÃO,NA ESPERANÇA DE OBTER UMA  MELHOR QUALIDADE DE ENSINO.


Ailto Nickel de Souza - PSB



Eduardo Prado - PP



Emerson Luciano Stein - DEM



Estevão Bertemes Guerreiro - PT



João Paulo Serpa - PP



Joel Orlando Lucinda - PTB





segunda-feira, 17 de outubro de 2011

1947 - GENTE NOSSA

DIPLOMA DE CANDIDATO A VEREADOR
MANOEL FELIPE DA SILVA

"PARA QUE TUDO NÃO SE DESMANCHE NO AR"

1960/GRUPO ESCOLAR TIRADENTES

DIRETORA GETULINA SAMAGAIA

"PARA QUE TUDO NÃO SE DESMANCHE NO AR"

1959/ GRUPO ESCOLAR TIRADENTES

Diretora Sra Altair Buchele Andriani

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                                                      " PARA QUE TUDO NÃO SE DESMANCHE NO AR"

1956/ GRUPO ESCOLAR TIRADENTES


DIRETOR LOURIVAL SOUZA

"PARA QUE TUDO NÃO SE DESMANCHE NO AR"

SERTÃO DO VALONGO

O tempo passa...tanta coisa para aprender,conhecer.....eu aqui parada....

Um sonho....estar lá....ouvindo...sentindo...vivendo...

Feche os olhos ..... e ..... dance....