"PARA QUE TUDO NÃO SE DESMANCHE NO AR"

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

MORRO DO MACACO

MORRO DO MACACO
CANTO GRANDE - BOMBINHAS











segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

FESTA DE SÃO SEBASTIÃO


FESTA DE SÃO SEBASTIÃO
CANTO GRANDE - BOMBINHAS
(20/01/13)
Aqui ainda encontramos bandeirinhas e roleta.Parabéns ao povo de Canto Grande!!!



São Sebastião

Roleta

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

TIA SANTA - GENTE NOSSA


MEMÓRIAS DA TIA SANTA
Nesta bela cidade açoriana eu nasci e fiquei até os 20 anos. Adoro meu torrão natal!
Como dizia Casemiro de Abreu: “A sombra das bananeiras, debaixo dos laranjais”..., com toda liberdade para brincarmos na praia e tomar banhos de mar, nada poderia ser melhor. O mar era para mim uma área de lazer. Aprendi muito cedo a nadar e nadar muito. Fiz várias travessias até a ilha. Eram 1500 metros de distância, mesmo assim a percorria frequentemente, sem professor nem segurança nenhuma. Meus pais não se opunham que eu nadasse, o mar de Porto Belo é uma lagoa, muito calmo.

ZONTA - GENTE NOSSA


Aurizontina Correia Buchen - 90 anos - Dona Zonta
Nascida em 02/10/1922
Filha de: Patrício José Correia e Floripes Andriani Correia

Quando criança, brincava muito de esconder com Risoleta e Íris.

Lembra quando jovem dos cadernos de Questionários"
Com quem queres casar?

Onde pretendes morar com ele?
Umas respondiam: Com ele moro até debaixo de uma pedra.

Escrevia na areia da praia:
Escrevi na areia fina
a saudade do meu bem
veio a água e carregou
não escrevo pra mais ninguém.

Pão por Deus

Lá vai meu coração
nas asas de um avião
vai pedir ao meu amor
nem que seja um beliscão

Lá vai meu coração
nas asas de uma andorinha
vai pedir 
um pão por Deus
a minha querida madrinha

FESTA DE PASSOS
Vinha com a família de carretinha ,puxada a cavalo.
Estendiam uma toalha em frente a igreja e faziam o lanche: farofa,pão e galinha. Certo dia uma colega também foi e ofereceu para o Cinho um pescoço de galinha,ele logo foi comendo,para surpresa de todos,ainda tinha um bago de milho no pescoço.
Lembra dos bailes com saudade.O moço mais bonito da época era o Jamil Fadel.

Participou de muitas peças de teatro na escola,entre elas a mais famosa da época , que falava da guerra,dos navios que foram afundados.Ela era a estrela do teatro Quinta Coluna,representou Julieta Chaves.Muitas pessoas de Porto Belo foram.A peça foi apresentada em Tijucas,Blumenau e Florianópolis.

Hoje em dia, não gosta mais de sair de casa.Só sai para vir a Porto Belo,na casa(foto)que sempre veio com seu marido já falecido ,que fica ao lado da casa da vó Loca.Para conversar comigo,sentou pertinho do muro ao meu lado,porém comenta que só fica sentada perto da porta.Quando perguntada se já conhece o Pier que fica ao lado de sua casa,carinhosamente e com muito amor no olhar , responde:

" Não minha filha,não gosto mais de sair de casa,meu marido deve estar olhando e vai gostar de me ver em casa."

Ela certamente espera reencontrar o marido e poder dizer que ficou em casa a espera desse momento.
Isso certamente é  AMOR.



GENTE NOSSA


ENEDINO E EDIR
01/13

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

AVES VOLTANDO

AVES ENCONTRADAS DIARIAMENTE NAS ÁRVORES AO LADO DE MINHA CASA.

ARACUÃ



PRAIAS EM PORTO BELO




GENTE NOSSA

Zé Bucica quando criança

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

EDIR - GENTE NOSSA


EDIR REBELO SODRÉ

Nascida em 20/10/1933, filha de JOSÉ DE CALAZANS REBELO e de ISMENIA DE MELO REBELO, casada com ENEDINO FRANCISCO SODRÉ nascido em 12/08/1931, recorda com saudade seu tempo de juventude.
Muitas vezes ia ajudar dona Augusta a raspar a vela (Espalma 7), que era espalhada no chão do salão antes dos bailes. As raspas de velas, misturada à farinha de milho, ajudavam os dançarinos a deslizarem pelo salão. O Clube Aliança na época era arrendado pelo Sr João Serpa. Tinha também o Clube Ideal,mas por motivos políticos,quem dançava num,não dançava no outro. Quando os moços colocavam os lenços pendurados no arco do lampião,era  hora de escolherem seu par e dançarem .
MARCA DA GASOSA: a moça que aceitasse a dança ganhava uma gasosa
Lembra-se dos navios da marinha de guerra que aportou na ponta da ilha, era o Jaguar e Rio Branco.
Na escola sua professora Áurea Costa, levava as crianças para consultar com o médico do navio.
Recorda com saudade do pai Sr Canôr, que sempre lhe dizia:
“Não se mexe em nada do alheio, porque o alheio chora o seu dono”.
“Quem come do alheio, um dia se engasga”.
“Quem tem fome tem pressa”
Assim eu o ouvia falar quando eu dizia para não dar o peixe para os meninos que vinham esperar a rede do meu pai com pressa para pegar seu peixe. Ele repetia: “Quem tem fome, tem pressa”. Para os meninos dizia:
“Não espreme gato; não joga areia, não avança”.
 Cada um tinha seu quinhão, dividido sempre em partes iguais.
Toda segunda-feira era dia de festa na fonte, dia da fofoca dos bailes. Todas lavando a roupa e fofocando sobre quem roubou o namorado, quem dançou muito.
BENZEDURAS
Cada pessoa tinha uma forma diferente de ser benzida.
Edir era  sempre com um ramo verde, sua irmã era com dente de alho, a amiga com pupa.                                                        
Benzedura para dor de cabeça
“Deus é sol
Deus é lua
Deus é toda claridade
Deus é as três pessoas
Da Santíssima Trindade
Assim como essas palavras
São verdade
Sairá dessa cabeça
Toda essa maldade”
Conta alegremente que certo dia a benzedeira muito “concentrada”, benzia ela. Um gato viu um balaio cheio de peixe que estava perto da porta e foi tentar comer um, a benzedeira, “concentrada” benzendo, viu o gato e gritou no meio das benzeduras” Chispa diabo “(para o gato).
PASQUIM
Lembra muito bem dos pasquins da época, principalmente o que o Sr Antônio fez para o Sr Bernardo, que casou e foi morar com sua esposa Maria, levando sua irmã Frida para morar junto.
“Eu conheço em Porto Belo
Um chupim inteligente
Que arrumou seu ninho
Feito pra ele e seu parente.
Lá estão agasalhados
Num ninho já bem antigo
O chupim inteligente
No ninho do inimigo
Até sabe se benzer
Vê que bicho inteligente
Benze é no meio da rua
Para divertir a gente
Por ser tão inteligente
E não ter o que fazer
Na casa do seu vizinho
O chupim foi se benzer”
Recorda também que muitas vezes seu noivo Enedino vinha de carroça do encruzo, quem vinha na boleia trazendo ele era a Neusa Abraham toda faceira, que gritava para meu pai ao chegar:
“Bota água no feijão que chegou mais um”


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

SR CANÔR - GENTE NOSSA



Sr. Canôr e Edir

IRMÃ NEVES

1958 - IRMÃ NEVES

EDITE - GENTE NOSSA

07/12/1953
FORMATURA - NORMAL REGIONAL

PESCARIA

Enedino e Dauri

ENEDINO - GENTE NOSSA



Enedino com 17 anos - 1948
Edir com 17 anos - 1951

EDIR - GENTE NOSSA

10/1989

Edir,Bernardo e Enedino

1967 CASAMENTO

Casamento do Hélio e da Gilda
Sr Nem e Dinha,Sr Tuta e Flaviana,Sr. Mário Serpa,Terezinha e Silvana,Sr. Edir e Enedino


Edir - Gente Nossa


Denise,Edir,Enedino,Elim,Zézinho,Djalma,Cristina,Eloisa

MATANÇA DE PORCO

Bombinhas : Rosangela, Maristela,Edir ,Enedino Djalma e Célio



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

FAMÍLIA

Ilze (minha mãe) e Tia Naime ( minha madrinha)

Presidente da Câmara de Vereadores

O descanso merecido ...Parabéns João Paulo !!!!

01/01/13

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

MAPA SC - 1954



Dona Maria - Gente Nossa

Dona Maria e Denise

POSSE PREFEITO E VEREADORES - 2013




















segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Pia União das Filhas de Maria

   A Pia União das Filhas de Maria era uma irmandade que só participava moças solteiras.Era uma associação de moças católicas sob a proteção da Virgem Imaculada e de Santa Inês. Esta associação teve início no século XII, porém atingiu seu pleno desenvolvimento a partir de 1864 devido ao Papa Pio IX (1846-1878) ter concedido inúmeras indulgências às participantes, fazendo com que se espalhasse por vários países da Europa e das Américas. A Pia União tem como principal função auxiliar as jovens na observância da Lei de Deus, no fiel cumprimento dos deveres cristãos e perseverança na pureza. Elas usavam uniformes, os vestidos eram brancos de mangas compridas, usavam faixa azul na cintura, nas missas, procissões, reza do terço e outras orações, usavam véu branco cobrindo a cabeça. As iniciantes eram denominadas aspirantes, recebiam fita azul com uma medalha pequena .Neste período de aspirante, ficavam estudando até um certo tempo (mais ou menos seis meses), concluído os estudos faziam prova, as que passavam faziam juramento em ser fiel a devoção a Virgem Maria. Isto ocorria durante a santa missa, após o juramento recebiam uma fita mais longa com uma medalha maior, depois de uma certa temporada na irmandade, recebiam uma fita azul sendo mais larga com uma medalha maior e uma faixa larga para usar na cintura que uma das pontas ia até o joelho.
  Em conversa com uma das Filhas de Maria de Porto Belo,soube da sua existência entre a década de 1950  e 1960 mais ou menos. Os registros de caixa que encontrei no livro de nossa paróquia,data de 1951 até 1957.

SERTÃO DO VALONGO

O tempo passa...tanta coisa para aprender,conhecer.....eu aqui parada....

Um sonho....estar lá....ouvindo...sentindo...vivendo...

Feche os olhos ..... e ..... dance....