"PARA QUE TUDO NÃO SE DESMANCHE NO AR"

domingo, 12 de agosto de 2012

BALEIAS

Para nossa felicidade elas começam a voltar.


Baleia e filhote são avistados na Meia Praia, em Itapema

Fundação Ambiental Área Costeira esteve no local para monitorar os animais

Atualizada às 17h31min
Uma baleia-franca, acompanhada do filhote, apareceu na manhã desta quarta-feira na Meia Praia, em Itapema.

Os animais foram enxergados pela primeira vez por volta das 10h, nas proximidades da Rua 223. Segundo relato de moradores, a baleia chegou a ficar bem próxima da praia por mais de duas horas.

Muitos curiosos foram à praia para tentar ver mais de perto as duas baleias, que começaram a se afastar da costa depois das 12h30min. 

A Fundação Ambiental Área Costeira (Faaci) também esteve no local para acompanhar os movimentos da baleia e do filhote. De acordo com a fundação, esta é a segunda vez em 2012 que uma baleia-franca aparece em Itapema.

A Faaci tirou fotos e acompanhou todos os movimentos das baleias na Meia Praia. Os dados serão repassados ao Projeto Baleia-franca, que monitora a espécie no Brasil.

A temporada reprodutiva da baleia-franca no país ocorre entre julho e novembro, quando os animais procuram águas mais quentes para o acasalamento. 

Por isso, nesta época do ano as baleias são mais vistas na região litorânea de Santa Catarina.


JOÃO PAULO SERPA

JOÃO PAULO SERPA
 
 
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HISTÓRICO PESSOAL
         João Paulo Serpa, nascido em 04-08-1980, natural de Porto Belo, é filho de Paulo César Serpa, taxista e Marlene Abraham da Silva Serpa, orientadora educacional aposentada. Iniciou seus estudos no Colégio Estadual Tiradentes, onde passou toda a vida escolar, se formando em 1997. Em dezembro de 2004, formou-se em Direito pela UNIVALI. Trabalhou desde cedo, como frentista, taxista, estagiário no Fórum de Porto Belo, auxiliar administrativo na prefeitura municipal de Porto Belo, hoje, é servidor publico estadual e continua sendo taxista.
HISTÓRICO POLÍTICO
         Desde seu ingresso em 1998, vem exercendo cargo na diretoria da Associação dos Taxistas de Porto Belo. Em outubro de 2007, filiou-se ao Partido Progressista – PP, concorrendo ao cargo de Vereador no pleito de 2008, onde foi o segundo mais votado, obtendo 432 votos. Atualmente na Câmara de Vereadores, é membro da Comissão Parlamentar Direitos Humanos e Segurança Publica, bem como preside a Comissão de Justiça e Redação.
PARTIDO E OBJETIVO
         É filiado ao Partido Progressista - PP, exercendo a liderança da bancada Progressista. Durante a legislatura 2009/2012, prima por melhorias na qualidade de vida das famílias e visitantes de Porto Belo, já tendo obtido, algumas vitórias, como o ensino anti-drogas nas escolas do município.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012




quarta-feira, 1 de agosto de 2012



terça-feira, 31 de julho de 2012

Provérbios de Agosto


Em Agosto, palhas ao palheiro, meninas ao candeeiro.”

“Quem em Março come sardinha, em Agosto lhe pica a espinha.”

“Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.”


“Em Agosto toda a fruta tem seu gosto”


" Quem dormir ao sol de Agosto, passa por desgosto."


domingo, 29 de julho de 2012

Igreja Senhor Bom Jesus dos Aflitos


Igreja Senhor Bom Jesus dos Aflitos



    A Igreja Matriz Bom Jesus dos Aflitos é considerada a segunda construção mais antiga de Porto Belo, sua 
capela foi erguida em 1814. Foi feita em alvenaria e argamassa à base de óleo de baleia,(pode-se apreciar a 

parede na parte posterior da Igreja,com acesso pelo cemitério) na edificação foi utilizada mão de obra 

escrava.As paredes,medem cerca de 1,50 metros de espessura.É um dos principais atrativos culturais do 

município.

Ilha de Porto Belo

A Ilha de Porto Belo tem um longo histórico de ocupação humana. Os petroglifos existentes na “Pedra da Cruz” são vestígios dos primeiros habitantes da região (povos neolíticos) e datam de mais de quatro mil anos atrás (foto 3). Segundo crença popular, no século 19, quando os jesuítas foram expulsos do Brasil, enterraram na ilha uma imagem de um anjo de ouro. Naquela época, a população local acreditava que as inscrições rupestres podiam ser o mapa que levava ao tesouro ou que ele estava escondido sob a pedra. Hoje, as inscrições podem ser observadas na caminhada pela trilha ecológica.
No entanto, a partir do século 18 a história da ilha aparece em pesquisas de registros oficiais da região, isso por volta de 1703, quando os primeiros colonizadores, vindos da portuguesa Ericeira, chegaram ao local denominado de Enseada das Garoupas, hoje Porto Belo.
Mapa manuscrito de 1777 (foto 5), por exemplo, arquivado na Fundação Biblioteca Nacional, sob o registro de “Plano Verdadeiro da Enseada das Garoupas”, na latitude 27°10', aponta que neste período a ilha já era ocupada pelo Alferez José Francisco Rebello que a vendeu, em 1813, para o Sargento Manoel Duarte da Silveira. Nessa época, a ilha era conhecida como Ilha Bella das Garoupas.
Outro documento, de lançamento das terras da ilha no Livro de Registro de Terras (foto 7), a cargo dos vigários, foi feito em 21 de abril de 1856, pelo então proprietário, João da Cunha Bittencurt, que comprou a ilha em 1826, na cidade de Desterro (atual Florianópolis) por 600 mil réis.
Oficialmente, a ilha tem o nome de João da Cunha, conforme Planta Hidrográfica da Enseada de Porto Belo (foto 2), levantada e desenhada, em 1864, pelo Comandante D'Armada, Antônio Luiz Von Hoonholtz que, futuramente, se tornaria o Barão de Teffé, depois de participação vitoriosa na Guerra do Paraguai. O documento, que aponta a ilha com a denominação de “Ilha do João da Cunha”, faz parte do acervo do Arquivo Nacional.Na época, a pesca da baleia foi uma das atividades econômicas que impulsionou a Capitania de Santa Catarina (foto 6). Era um monopólio real concedido pela Coroa Portuguesa a ricos comerciantes que, sobrecarregados de impostos pelo Erário Real – a administração fiscal portuguesa – arrematavam o direito de explorar a pesca e industrializar o produto por determinado prazo. João da Cunha Bittencurt construiu na ilha uma armação baleeira clandestina para retirar o óleo de baleia que era repassado a José Vieira Rebelo, responsável por sua industrialização e comercialização em Porto Belo. No povoado, o óleo era utilizado principalmente na iluminação pública e na construção civil como liga de argamassa. Décadas mais tarde, os herdeiros de João da Cunha Bittencurt venderam a ilha para João Eufrásio de Souza Clímaco, professor da comunidade de Araçá, comerciante e primeiro intendente do município de Porto Belo.
 Em 1953, Ernesto Stodieck Jr. e a esposa, Vera, adquiriram a ilha, já com o objetivo de transformá-la num recanto de lazer e preservação da natureza (foto 4). Mas, foram seus netos, em 1994, que deram início ao projeto do empreendimento que, hoje, é um dos mais procurados destinos turísticos do litoral centro-norte de Santa Catarina.1 e 2
3 e 4
5 e 6

7

quinta-feira, 26 de julho de 2012


sábado, 14 de julho de 2012


sexta-feira, 13 de julho de 2012





quinta-feira, 28 de junho de 2012

SANTO REIS

Por: Grupo de Terno de Reis de PB

I
Bate asa e canta o galo
Uma estrela brilhou
Estava na hora marcada
Santo Reis aqui chegou.

Não era eu
Era o Rei do mundo inteiro
O filho do carpinteiro
Que nasceu lá em Belém

II

25 de dezembro
Quando o galo deu sinal
Nasceu menino Deus
Numa noite de Natal

CANTIGAS / RATOEIRA

Por: Anísia Machado

Ratoeira bem cantada faz chorar,faz padecer
Também faz um triste amante do meu amor esquecer.

Eu entrei na ratoeira,mas não foi para cantar,
Porque quem meu coração queria,na ratoeira não está.

Choveu no enxuto,choveu no molhado
Choveu no meu peito,meu cravo encarnado.

Choveu no molhado,choveu no enxuto
Choveu dentro no meu peito,na flor do catuto.

Meu ramo de malva,meu manjericão
Dá três pancadinhas no meu coração.

PORTO BELO / FATOS E LENDAS

FANTASMA MEXICANO

   Contam os antigos que em noite de lua cheia,quem tinha  coragem de passar pelo morro de Zimbros a pé,era assombrado por um fantasma que aparecia no barranco e usava um grande chapéu,sendo que por este motivo  recebeu o nome de fantasma mexicano.
   Cavaleiros ao chegar ao topo do morro,tinham seus cavalos assustados e voltavam correndo.Muitos conseguiam passar e nada viam,porém por muitos anos falaram com medo do fantasma.
   Certo dia o Sr Arno Guerreiro,homem valente,juntou umas 20 pessoas e disse que iria acabar com o fantasma.Todos receosos o seguiram,quando chegaram perto do local,pararam e olhavam ansiosos o Sr.Arno seguir caminho a dentro do mato.Assustados viram a sombra do fantasma no barranco e pouco depois uma sombra de facão,que num golpe só, degolou o fantasma,caindo sua cabeça.   Todos voltara para casa felizes,agradecendo o valente Sr Arno.
   Anos se passaram e a fama de ter degolado um fantasma nunca foi esquecida,porém a pouco tempo ele mesmo esclarece o fato.Contou que foi durante o dia até o morro,entrou no mato e percebeu que a tal cabeça com chapéu, só poderia ser a sombra de uma grande folha de bananeira refletida pela lua no barranco.A noite,pegou seu facão,chamou as pessoas e cortou a folha,eles viram de longe as sombras e pensaram que era de um fantasma.
   O medo faz muitas coisas......cuidado......

SERTÃO DO VALONGO

O tempo passa...tanta coisa para aprender,conhecer.....eu aqui parada....

Um sonho....estar lá....ouvindo...sentindo...vivendo...

Feche os olhos ..... e ..... dance....